quarta-feira, 26 de março de 2008

Aventuras, principalmente, no T4

Minha nova vida de acadêmica vai muito bem. Fora uma ou duas cadeiras chatas – para quem achava que quando acabasse a química, a física e a matemática nenhuma matéria seria chata o suficiente, me dei mal – estou adorando ter que sair as dez horas da noite correndo loucamente pela FAMECOS a procura de alguém que queira ser entrevistado. E pior que, apesar de ter aqueles que fogem de um gravador, câmera, microfone, várias pessoas colaboraram na minha primeira empreitada como estudante de jornalismo, apesar de que eu nunca tinha tocado em um gravador profissional antes, o saldo foi positivo. Cortei a minha fala e a dos entrevistados algumas – muitas! – vezes, mas nada que não dê para consertar com um editor de áudio. Aprendi a editar sons também. O máximo, não? Porém, apesar de estar adorando o Jornalismo, não é sobre esse assunto que vou escrever hoje.

Sem duvidas, as maiores aventuras de 2008 – fora aprender a arrumar malas com a minha tia braba, quase não entrar no Planeta Atlântida no segundo dia e descobrir que o nome daquele moreno de olhos claros era Clériston – se passaram indo para a PUC no famoso e nunca vazio T4. Uma das minhas primeiras experiências no dito cujo foi o primeiro dia de aula, aquele que descrevi no blog, no qual o ônibus estava tão lotado que não tinha condições de se movimentar nem para coçar o nariz. Tudo bem, azar de principiante deve ser, eu pensei. Pensei errado. Noutro dia, estou eu agradecendo por ter pego o T vazio e de repente... um estouro, parecia uma batida. Descobri que não passava de um pneu furado imagina de qual ônibus? Do T4, mas não o meu, e, sim, um que vinha atrás. Motoristas solidários e migração total. No meio da avenida, todos os passageiros do outro ônibus entraram no que eu estava e o resultado foi nada mais que algumas pessoas esmagadas e um velhinho simpático, mas muito chato, que foi contando piadas do tipo: “Onde está o nariz? Na cara. / Para a mulher, qual a semelhança entre o ônibus que passa e o namoro que acaba? Temos que cuidar para não perder o próximo” e assim por diante. E ele ainda soltou a pérola de que temos que contar piadas para que a felicidade esteja conosco. Tive que rir. Outro dia foi um doce velhinho que disse para eu estudar muito para ser alguém na vida, me desejou boa aula e ainda fez a gentileza de colocar a embalagem do meu Toddinho no lixo. Um amor. E hoje me acontece um fato maluco e engraçado ao mesmo tempo. O ônibus pára bruscamente no meio da avenida e todo mundo grita: “UOUUUUUUUUUUUUU” e quase atropelamos um motoqueiro.

Estou a recém no meu primeiro mês de aulas e, pelos meus cálculos, ainda vou ter muitas historias pra contar sobre o T4 e sobre as minhas empreitadas como estudando de jornalismo. Com certeza, ando me divertindo muito e acho que esse ano promete ser tão bom quanto estudar Jornalismo e andar de T4.

5 comentários:

Anônimo disse...

É... quando você terminar a faculdade, vai ter um livro inteirinho de crônicas sobre as suas peripécias no T4 e como estudante de jornalismo hehe.

Anônimo disse...

É... quando você terminar a faculdade, vai ter um livro inteirinho de crônicas sobre as suas peripécias no T4 e como estudante de jornalismo hehe.

Vlademir disse...

É... quando você terminar a faculdade, vai ter um livro inteirinho de crônicas sobre as suas peripécias no T4 e como estudante de jornalismo hehe.

adam brown disse...

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Vinnicius Silva disse...

Haehahehahaha

Eu passo por situações parecidas quando pego o meu ônibus que vai até a UFSM.

Legal neh?
hahahah


bjo